Quando ouvimos falar num, rapidamente associamos com o outro. De facto, designer e gráfica parecem ser duas entidades impossíveis de dissociar uma da outra. Sim, é certo, existe também, por exemplo, o designer de interiores; mas a maior associação que fazemos desta profissão é sem dúvida o designer gráfico.

Este tipo de profissionais abundam no mercado hoje em dia. Com a propagação da Internet e dos sites faça/aprenda-você-mesmo, praticamente qualquer um pode tirar um curso básico de Photoshop (ou qualquer outra ferramenta de edição de imagem) online e com isso iniciar os seus serviços, seja para uma aplicação gráfica profissional ou amadora. Claro que, como em tudo na vida, por mais formação que se tenha, os tais 10 ou 20% de jeito, criatividade, paixão – como lhe queira chamar – distinguem os muito bons dos excelentes. E há excelentes designers por preços que, há dez anos atrás, seriam considerados de borla – é a lei da Oferta e da Procura; existem muito mais designers agora e portanto o preço dos seus serviços tem que diminuir, por forma de motivar os clientes a optarem pelos seus serviços.

Para qualquer aplicação gráfica necessitamos de um designer ou, pelo menos, de alguém que saiba minimamente o que está a fazer no que toca à edição de imagem (e não, não se trata só dos filtros do Instagram ou do Retrica – aqui é a sério!). Para tal, pode optar pela solução mais convencional – Procure no Google as palavras Designer e Gráfica; irão surgir uns bons milhares de resultados – ou pode também optar por recorrer ao mercado freelancer. Em rápida expansão em Portugal, este tipo de abordagem permite contactar com profissionais de todo o mundo que estão dispostos a por as mãos na massa por algumas dezenas de dólares; nalguns casos, pode até sair ligeiramente mais caro em termos de relação qualidade preço – mas a longo prazo recorrer a serviços de freelance para qualquer aplicação gráfica ou de design é sem dúvida uma opção a considerar.