O design gráfico e seus serviços estão presentes um pouco por toda a parte, no nosso quotidiano. Quer em logótipos de empresas, em publicidade ou anúncios, em panfletos informativos, em vídeos promocionais ou de entretenimento. De facto, o mundo do design gráfico é uma área bastante abrangente e diversa, que inclui e coopera com muitas outras áreas criativas.

Para singrar nesta área, por mais formações que tenha e programas de design gráfico que domine, é importante ter em conta que o que distingue um bom de um excelente design gráfico é a criatividade – por exemplo, no que toca a logótipos, essa criatividade pode não estar tão evidente por se tratar tipicamente de uma imagem simples e fácil de replicar. Mas no que toca a campanhas promocionais, panfletos, folhetos ou jornais, a criatividade do designer salta à vista, bem como a sua escolha de cores, motivos, padrões e ícones. Por vezes diz-se que a área do design gráfico está um pouco saturada de profissionais, portanto tem muito por onde escolher.

No entanto, tipicamente estes serviços, a um nível profissional, são relativamente dispendiosos. Pode portanto optar pela via do design gráfico e criação de logótipos recorrendo a um designer Freelance. Existem diversos websites associados a este tipo de prestação de serviços, mas nos sites de trabalhos Freelance “mais genéricos” – tipo Elance, Upwork, Freelancer.com, Fiverr – encontrará profissionais prontos a realizar o seu projecto a troco de algumas dezenas de dólares. Inclusivé, alguns desses sites permitem a criação de projectos/concursos a troco de uma quantia de d5inheiro, onde os freelancers submetem os seus logótipos e você é que decide qual daqueles lhe agrada mais.

Tanto para logótipos como para qualquer outro fim, o design gráfico é uma ferramenta indispensável para qualquer empresa ou actividade comercial. Há que saber optar pela solução mais correcta e adequada, quer à sua carteira, quer ao seu negócio.

Quando ouvimos falar num, rapidamente associamos com o outro. De facto, designer e gráfica parecem ser duas entidades impossíveis de dissociar uma da outra. Sim, é certo, existe também, por exemplo, o designer de interiores; mas a maior associação que fazemos desta profissão é sem dúvida o designer gráfico.

Este tipo de profissionais abundam no mercado hoje em dia. Com a propagação da Internet e dos sites faça/aprenda-você-mesmo, praticamente qualquer um pode tirar um curso básico de Photoshop (ou qualquer outra ferramenta de edição de imagem) online e com isso iniciar os seus serviços, seja para uma aplicação gráfica profissional ou amadora. Claro que, como em tudo na vida, por mais formação que se tenha, os tais 10 ou 20% de jeito, criatividade, paixão – como lhe queira chamar – distinguem os muito bons dos excelentes. E há excelentes designers por preços que, há dez anos atrás, seriam considerados de borla – é a lei da Oferta e da Procura; existem muito mais designers agora e portanto o preço dos seus serviços tem que diminuir, por forma de motivar os clientes a optarem pelos seus serviços.

Para qualquer aplicação gráfica necessitamos de um designer ou, pelo menos, de alguém que saiba minimamente o que está a fazer no que toca à edição de imagem (e não, não se trata só dos filtros do Instagram ou do Retrica – aqui é a sério!). Para tal, pode optar pela solução mais convencional – Procure no Google as palavras Designer e Gráfica; irão surgir uns bons milhares de resultados – ou pode também optar por recorrer ao mercado freelancer. Em rápida expansão em Portugal, este tipo de abordagem permite contactar com profissionais de todo o mundo que estão dispostos a por as mãos na massa por algumas dezenas de dólares; nalguns casos, pode até sair ligeiramente mais caro em termos de relação qualidade preço – mas a longo prazo recorrer a serviços de freelance para qualquer aplicação gráfica ou de design é sem dúvida uma opção a considerar.

Gente gira!

Perguntaram-me, há uns dias, o que é preciso para se ser uma designer de sucesso. Bem, eu não me considero uma profissional assim com tanto êxito. Tenho os meus clientes, eles gostam do meu trabalho, eu própria também adoro o que faço, mas nunca me considerei uma “expert”. Se calhar, até posso ser, mas sou humilde o suficiente para saber que estamos sempre a aprender coisas novas diariamente.

No entanto, em resposta ao que me perguntaram, creio que, para sermos profissionais de sucesso e reconhecidos no mercado, é necessário:

 

  • Ter competência

Em primeiro lugar, é preciso termos a noção das próprias competências e não querermos fazer certos trabalhos sem estarmos minimamente preparados. E, claro, temos que fazer as coisas a que nos propomos bem feitas;

 

  • Saber ouvir os clientes

Os clientes é que nos pagam, portanto, têm sempre a palavra final, ainda que sejamos nós a ter as ideias principais. Para além disso, é preciso termos a consciência de que há clientes mais complicados de perceber, há os que ainda estão confusos com o que pretendem e há aqueles que gostam de duvidar de tudo. Mas todos têm que ser respeitados e tratados por igual;

 

  • Cumprir prazos

Se dizemos que entregamos um trabalho no dia “x”, então temos que cumprir esse acordo. É óbvio que podem ocorrer imprevistos sérios e totalmente justificáveis, mas convém não fazer disso a regra. Um bom profissional cumpre sempre os prazos e os objectivos estabelecidos;

 

  • Saber pedir um preço justo pelo trabalho

Se, por um lado, não devemos exagerar no preço a cobrar, porque a concorrência é muita, por outro, não devemos cobrar valores muito baixos, pois estamos a desvalorizar o nosso trabalho. Neste sentido, o melhor é conseguirmos arranjar um meio-termo e encontrar o valor justo;

  • Saber divulgar bem o trabalho

Sabermos adoptar uma boa estratégia de marketing para divulgarmos os nossos serviços é outro aspecto a ter em conta. No início, adquirir clientes pode não ser muito fácil, daí que uma boa divulgação, principalmente nas redes sociais, é meio caminho andado para o êxito profissional.

 

Para mim, estes são os pontos mais importantes para atingir o sucesso. O que acham? Existe mais algum que devia estar referido?
1 beijinho e voltem sempre!

Gente gira! 🙂

 

Todos nós passamos momentos em que sentimentos a criatividade a fugir-nos. Não há uma única ideia na nossa cabeça e precisamos desesperadamente de uma para o dia seguinte. O que é que podemos fazer para contrariar isto? Aqui seguem algumas ideias para vos ajudar em momentos menos criativos:

 

  1. Saiam de Casa!

Abandonem o computador e as redes sociais por uns momentos. Saiam da secretaria e preferencialmente saiam de casa. Se nao estao a conseguir ser criativos e ter boas ideias muitas vezes dar um passeio e espairecer e o suficiente para resolver este problema. Mudar de ambiente com frequencia e importante.

 

  1. Rodeiem-se de coisas inspiradoras!

Muitas vezes enquanto vemos coisas temos novas ideias e encontramos soluções em que ainda não tínhamos pensado. Desde as conversas até aos filmes, tudo vale! Quem nunca se sentiu inspirado a ler um bom livro a ver uma exposição, visitar uma galeria de arte, no meio de um concerto? Aproveitem as redes sociais e sigam pessoas com blogs, fotografias ou vídeos que vos inspirem e tragam boa disposição.

 

  1. Não desperdicem ideias!

Muitas vezes as melhores ideias surgem inesperadamente (principalmente se seguirem a dica número 1), agora é fácil termos onde as apontar nos nossos telemóveis. Eu confesso que ainda gosto de apontar as minhas ideias em cadernos, até porque posso aproveitá-los para começar a fazer rascunhos de desenhos ou outras coisas. Alem do mais, podemos rever as ideias que apontamos mais tarde e o distanciamento pode favorecer o julgamento.

 

  1. Trocar ideias!

Muitas vezes precisamos de discutir as nossas ideias com alguém, eu só de as dizer em voz alta por vezes já consigo encontrar soluções. No entanto, para outra situações é bom falar com alguém e trocar ideias. Quando estamos muito tempo a olhar para a mesma coisa deixamos de a ver! Nao se esqueçam e de seguir o ponto numero 3 e apontarem as ideias todas, principalmente se estiverem a fazer brainstorming!

 

  1. Experimentar uma coisa nova!

Vão viajar, conheçam pessoas novas, experimentem um prato novo, façam ski pela primeira vez ou surf! Vejam um concerto sozinhos, façam uma road trip com amigos, sejam impulsivos ou planeiem ao detalhe. Tentem fazer qualquer coisa diferente nem que não seja mudar o caminho que seguem para o trabalho.

 

Em resumo, sejam curiosos e procurem novas experiências e conhecer novas pessoas! Saiam da vossa zona de conforto e descubram algo sobre vocês mesmos. Isso vai reflectir-se na vossa criatividade.


1 beijinho e voltem sempre!